Durante a gravidez, é bem provável que você perceba um aumento na quantidade de secreção vaginal. Fotos de corrimento na gravidez podem ser úteis para entender o que é considerado normal — normalmente esbranquiçado ou transparente, sem cheiro forte — e quando é hora de consultar um ginecologista.

Aqui, você vai encontrar imagens e descrições para te ajudar a diferenciar o corrimento fisiológico daqueles sinais de alerta, como cor amarelada, esverdeada, odor forte, coceira ou dor ao urinar.
Use as fotos como referência, mas se ficar na dúvida ou notar sintomas estranhos, não hesite em procurar avaliação médica.
Fotos de Corrimento na Gravidez: Identificando o Corrimento Normal e Alterações
Você vai ver imagens que mostram desde a leucorreia normal — branca, leitosa, sem odor forte — até corrimentos que podem indicar infecção.
Repare na cor, consistência, cheiro e sintomas que acompanham para saber quando é hora de conversar com seu médico.
Como é o corrimento fisiológico na gestação
O corrimento fisiológico costuma ser branco ou levemente esbranquiçado, com textura leitosa e um pouco espessa. Isso acontece porque o estrogênio aumenta e a circulação pélvica fica mais intensa.
Em fotos, a secreção normal aparece homogênea, sem tons esverdeados ou amarronzados. Não costuma ter vermelhidão na vulva nem feridas.
Se você notar só uma mancha clara na calcinha, provavelmente é algo normal da gestação.
Mantenha a higiene íntima simples: só água morna, sem duchas internas, e prefira roupas íntimas de algodão.
Qualquer alteração, melhor levar para o médico do pré-natal.
Diferenças entre corrimento normal e patológico
Corrimentos patológicos mudam de cor, cheiro ou textura. Se nas fotos aparecer corrimento cinza, amarelo, verde ou com aspecto de queijo (grumoso), pode ser sinal de infecção como vaginose, tricomoníase ou candidíase.
Se a secreção tiver cheiro forte de “peixe”, pense em vaginose bacteriana. Se parecer queijo cottage, com vermelhidão ou coceira, pode ser Candida.
Corrimento com sangue ou marrom merece atenção imediata.
Repare também em sinais externos de inflamação. Se houver dor ao urinar, sangramento ou febre, procure o obstetra logo.
Alterações hormonais e impacto na flora vaginal
Durante a gestação, os hormônios mudam bastante a flora vaginal. O estrogênio estimula a produção de muco e os lactobacilos, que ajudam a manter o pH ácido e evitam infecções.
Esse equilíbrio pode se perder às vezes. Se os lactobacilos diminuem, bactérias ou fungos podem crescer, mudando o aspecto do corrimento.
Fotos que mostram alteração de cor ou textura costumam refletir esse desequilíbrio.
Manter higiene adequada e usar roupas íntimas de algodão ajudam a preservar a flora vaginal. Evite produtos perfumados e banhos internos.
Mudou algo nas imagens? Leve ao médico do pré-natal.
Principais sinais visuais apresentados nas fotos
Fique de olho nesses pontos nas fotos: cor (branco, amarelo, verde, cinza, marrom), consistência (líquida, espessa, grumosa) e presença de sangue.
Corrimento branco e espesso, sem cheiro e sem coceira, tende a ser normal.
Se for esverdeado, amarelo intenso, cinza ou com aspecto de “queijo”, pode ser infecção. Bolhas, pus ou muita secreção aquosa também são sinais de alerta.
Veja se há vermelhidão ou feridas na pele perineal.
Se a imagem mostrar algo estranho, mostre ao médico para exame. Assim, você garante diagnóstico e tratamento certos para você e o bebê.
Fotos de Corrimento Anormal na Gravidez: Causas, Riscos e Cuidados
Corrimentos anormais podem ter cores, cheiro e consistência que sugerem infecção, sangramento ou algum risco obstétrico. Identificar sinais como corrimento marrom, com sangue, cheiro forte, dor ou sensibilidade nas mamas ajuda a decidir quando buscar atendimento.
Corrimento marrom e com sangue: quando ficar alerta
Corrimento marrom geralmente significa sangue antigo. Pode aparecer no início da gestação por implantação ou depois de exame íntimo.
Mesmo assim, qualquer corrimento com sangue pede atenção.
Se o sangramento for vermelho vivo, em grande quantidade, acompanhado de dor forte ou perda do tampão mucoso, vá ao obstetra imediatamente.
Entre as causas, estão aborto espontâneo, gravidez ectópica e placenta prévia.
Teve atraso menstrual seguido de sangramento e sensibilidade nas mamas? Comente tudo com o médico.
Leve uma amostra da calcinha ou descreva a cor e quantidade; isso pode ajudar bastante na consulta.
Infecções comuns: candidíase, vaginose bacteriana e tricomoníase
Candidíase geralmente causa corrimento branco, tipo “queijo”, com coceira forte. O bebê pode pegar sapinho no parto se não tratar.
O tratamento costuma ser com antifúngicos tópicos, sempre com orientação médica.
Vaginose bacteriana dá corrimento cinza ou amarelado, com cheiro forte de peixe. Se não tratar, aumenta o risco de parto prematuro e ruptura precoce das membranas.
O tratamento mais comum é metronidazol oral ou tópico, conforme indicação médica.
Tricomoníase provoca corrimento amarelado ou esverdeado, mucoso, com mau cheiro e desconforto ao urinar. É uma infecção sexualmente transmissível, então os dois parceiros precisam tratar.
O médico vai indicar antibiótico seguro para gestantes e orientar a evitar relações até terminar o tratamento.
Corrimento na gravidez e complicações como pré-termo e aborto espontâneo
Corrimentos anormais podem ser sinal de risco de parto prematuro ou aborto espontâneo. Infecções como vaginose, clamídia e gonorreia aumentam esse risco se não forem tratadas.
Infecção ascendente pode causar corioamnionite e ruptura precoce das membranas.
Sangramento ativo e perda do tampão mucoso antes das 37 semanas precisam ser avaliados. Placenta prévia pode causar sangramento sem dor, enquanto aborto inicial geralmente traz dor e sangramento juntos.
Conte ao médico sobre cor, odor, dor e qualquer histórico de infecção para que ele decida os próximos passos.
Condutas recomendadas e quando procurar o ginecologista
Procure o ginecologista imediatamente se perceber corrimento amarelo ou esverdeado. Corrimento com odor forte, marrom com sangue vivo, dor intensa ou ardor ao urinar também são sinais de alerta.
Se notar saída do tampão mucoso, vale buscar atendimento. Leve informações sobre quando começou o corrimento, quantidade, se há sensibilidade nas mamas ou atraso menstrual—detalhes assim ajudam bastante.
O médico provavelmente fará um exame clínico e pode coletar secreção para cultura ou PCR (clamídia, gonorreia, trichomonas). Às vezes, um ultrassom entra na história.
Para candidíase, geralmente se usa antifúngico tópico. Vaginose costuma ser tratada com metronidazol ou clindamicina.
No caso de ISTs, entram antibióticos específicos. Siga direitinho a prescrição, e evite se automedicar—isso quase nunca termina bem.
Se tiver parceiro, avise para que ele também seja tratado quando for o caso.

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